É sempre fundamental ter em mente que a raiva é uma emoção completamente normal, contanto que a pessoa tenha consciência e controle sobre ela. O problema é quando o ataque de fúria é desproporcional e coloca em risco o bem-estar próprio e de outras pessoas.
- Suor.
- Formigamento.
- Batimentos cardíacos acelerados.
- Ameaças verbais.
- Mudança rápida de conduta.
- Superficialidade na expressão das emoções.
- Se expressar e se portar de modo dramático.
- Se colocar na posição de vítima com frequência para despertar simpatia.
Assim como outros transtornos de personalidade, a causa cientifica exata do transtorno de personalidade histriônica é desconhecida. Entretanto em se tratando de emoções estão diretamente ligadas a ancestralidade e hierarquia materna e paterna. A suscetibilidade genética e os fatores ambientais, contudo, parecem influenciar o surgimento do TPH na vida adulta.
Crianças que não têm seus comportamentos inadequados corrigidos, mas, sim, reforçados positivamente através de palavras e gratificação têm mais probabilidade de desenvolver este transtorno no futuro.
Do mesmo modo, crianças que não recebem atenção linear dos pais aprendem que precisam ter certas atitudes para ganhar aprovação. Se não são ensinadas a não esperar reconhecimento para se sentirem bem consigo mesmas, é provável que carreguem essa crença consigo por grande parte da vida.
Como dito, na maioria das ocasiões, os indivíduos com este transtorno não acreditam que precisam de terapia. Assim, normalmente é preciso que pessoas próximas façam essa sugestão. Elas costumam procurar atendimento psicológico por conta própria quando têm sintomas de outros transtornos, como depressão e ansiedade.
- Anamnese.
- Análise Corporal.
- Cura da ancestralidade.
- Meditações Guiadas.
- Uso de óleos essenciais podem agitar ao controle emocial.